sexta-feira, 11 de março de 2011

O cisne negro de cada um

A busca pela perfeição desperta nosso lado mais sombrio

Nina é uma bailarina dedicada que se esforça além da conta para atingir a perfeição técnica. Em uma das cenas, o diretor da companhia diz que ela é tecnicamente perfeita, mas incapaz de sentir. Tinha técnica e nenhuma vida. A primeira lição de casa que dá à moça é masturbação. Outra bailarina, que Nina passa a enxergar como rival em seus delírios persecutórios, é o oposto: está longe de ser tecnicamente perfeita. Mas quando dança, sente.

O maior desafio de Nina é interpretar os dois cisnes - o branco e o negro - no clássico O Lago dos Cisnes. Esse é também o pesadelo do diretor. Nina é um primor como o cisne branco, mas não convence na pele do cisne negro. O papel que a bailarina precisa desempenhar toma conta de sua vida. O espectador assiste, aos sobressaltos, a transformação da moça doce, pura e inocente numa pessoa descontrolada, agressiva, ensandecida.

Cisne Negro não é uma fábula estapafúrdia. Ele nos toca justamente porque é verossímil. Ninguém precisa ser uma bailarina na competitiva batalha pelo melhor papel para despencar naquele abismo. O filme é quase um aviso: “Ei, todos nós somos cisnes brancos e negros”. A linha que separa os dois é tênue e fluida.

Nina não parece ser psicopata - aquele tipo de pessoa perversa, desprovida de culpa e capaz de passar por cima de qualquer ser humano para satisfazer os próprios interesses. Para gente assim não existe cura. Só cadeia.

A bailarina me fez lembrar de quem sofre de algo mais frequente: o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Para muita gente, TOC é a doença de quem pratica atos repetitivos como checar sete vezes se a torneira está fechada antes de sair de casa. Não é só isso. O distúrbio tem diferentes nuances e gradientes. No convívio social, pode passar despercebido. Um colega de escola, de trabalho, um amigo querido, a mulher, o marido pode estar passando por isso agora mesmo sem que você se dê conta.

“O perfeccionismo é muito característico desse tipo de transtorno”, diz a psicóloga Patricia Vieira Spada, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Tudo tem que estar no lugar porque a pessoa não suporta lidar com as surpresas da vida.”

Como Nina, quem sofre desse transtorno de ansiedade tem preocupações excessivas, desconforto, medo, aflições, depressão. A perfeição é um falso porto seguro. Para não sentir, para não ter afeto, tudo precisa estar sob controle. Ter afeto é lidar com a imprevisibilidade das relações humanas. Ninguém sabe o que vem pela frente. Não ter resposta é dolorido, mas é preciso saber suportar a dúvida.

O desfecho da história da bailarina é clássico. Reprimida pela mãe e por ela mesma, perde o controle sobre a impulsividade. Torna-se um bicho agressivo, psicótico, atormentado por alucinações. “É importante conhecer o cisne negro que existe dentro de cada um de nós”, diz Patricia. “Perigoso é negá-lo.”

Precisamos nos conhecer, entrar em contato com nossa fragilidade. “Beber desesperadamente como tantos jovens fazem é anestesia cerebral. Embriagado, ninguém pode pensar. Isso é investimento constante em cisne negro”, diz Patricia.

A decadência de Nina nos atinge em cheio. Quem não almeja o sucesso? Quem não batalha para chegar o mais próximo possível de um desempenho perfeito? A partir de quando o perfeccionismo se torna patológico? Segundo Patricia, ele é comum em pessoas que se sentem no centro do Universo. O sujeito se acha tão importante, tão único, tão insubstituível que não aceita exercer - seja lá o que for - com exatidão.

Quantas pessoas você conhece que agem exatamente assim? Essa característica pessoal mal administrada passa a ser um problema quando compromete o convívio social ou a saúde - física, mental ou emocional. Nina alcançou aquilo que julgava ser a perfeição. Mas não pôde receber o reconhecimento da plateia.

(Cristiane Segatto escreve às sextas-feiras)

Fonte: REvista Época

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Saude,Paz,Dinheiro e Muito Amor!

Vim te desejar tudo o que você espera para 2011 e muito mais!
Beijos
Sandra Cantii



sábado, 18 de dezembro de 2010

Chupar o dedo

O chupar o dedo, seja da mão ou do pé, é um reflexo primário que às vezes se mantém por duas razões. Uma diz sobre a relação com que a criança simplesmente fica acostumada ao prazer que produz e a relaxa. Por exemplo, o hábito de chupar os dedos como um apoio na hora de conciliar o sono.

Outra razão se refere a situações em que pode haver alguma dificuldade no desenvolvimento psicomotor das crianças, devido uma fraca estimulação. Isso se manifestará através de um hábito, de uma ação repetitiva. Geralmente, esse tipo de conduta permanece mais pela primeira razão mencionada, com a qual se requer inteligência e criatividade por parte dos pais e/ou cuidadores, para controlar e tirar este mau hábito.

Tanto os pais como os cuidadores, podem, e devem, interferir nesses casos. Por exemplo, no caso em que a criança durma com o dedo na boca, uma das primeiras providências a tomar é tentar substituir o hábito por outro que não possa causar-lhe dano físico. Para que a criança mude esse hábito, dê de presente a ela, um bonequinho ou outro brinquedo que a criança goste. É necessário que se crie um amiguinho, um companheiro para seu descanso. O massagear as mãos da criança ou acariciar-lhe o cabelo como forma de relaxá-la, pode ser uma alternativa positiva na hora de ajudá-la a deixar o mau hábito. É mais conveniente substituir um mau hábito por outro bom, do que utilizar-se de castigos ou proibições.

Normalmente as crianças deixam o hábito de chupar o dedo polegar entre dois e quatro anos de idade. A persistência desse hábito depois dos sete anos, pode favorecer o aparecimento de problemas dentais. Pode comprometer a posição correta dos dentes. Existem muitos casos em que os dentes superiores ficam mais para fora que os demais. Neste caso, com paciência e muito empenho, deve-se induzir a criança que deixe esse mau hábito.

Katam de Jalab Atamatak - psicóloga


Fonte: Guia Infantil

Vantagens do bilinguismo na infância

Alguns pais consideram que a aprendizagem de um segundo idioma pode representar um freio e inclusive um atraso no desenvolvimento linguístico da criança, ainda que não existam provas concretas a respeito. Uma vez ou outra, a criança poderá confundir alguma palavra entre os dois idiomas, mas esses casos são normais a princípio, principalmente quando os idiomas apresentam palavras semelhantes. No entanto, essas pequenas falhas podem desaparecer com o tempo.

Vantagens de ser uma criança bilingue

1- Comunicação. A capacidade de comunicação com os pais, familiares, e com mais pessoas quando viajam ou convivem com pessoas estrangeiras. Somando-se a isso, as crianças bilingues têm duas vezes mais capacidade de ler e escrever, e seu conhecimento é mais amplo pelo seu maior acesso à informação global.

2- Cultural. O acesso a duas culturas diferentes. À literatura, às histórias, a diferentes comportamentos, tradições, conversações, meios de comunicação, etc.

3- Conhecimento. Quanto mais conhecimento, mais desenvolvido será o raciocínio de uma criança bilingue. Através dele, podem ser mais criativos, mais flexíveis, e adquirir uma mente mais aberta ao mundo e aos demais.

4- Oportunidade de trabalho. As portas do mercado de trabalho se abrirão e oferecerão mais oportunidades às pessoas bilingues.

Fonte: Guia Infantil

Consequências da violência escolar

Consequência da violência escolar para a vítima


As consequências da violência escolar são muitas e profundas. Para a vítima da violência, as consequências se notam em uma evidente baixa auto-estima, atitudes passivas, transtornos emocionais, problemas psicossomáticos, depressão, ansiedade, pensamentos suicidas, etc. Somando-se a isso, a perda de interesse pelas questões relativas aos estudos, o qual pode desencadear uma situação de fracasso escolar, assim como o aparecimento de transtornos fóbicos de difícil resolução.
Pode-se detectar a uma vítima de violência escolar por apresentar um constante aspecto contrariado, triste, deprimido ou aflito, por faltar frequentemente e ter medo das aulas, ou por ter baixo rendimento escolar. Além disso, também atinge o plano físico, apresentando dificuldade para conciliar o sono, dores no estômago, no peito, dores de cabeça, náuseas e vômitos, choro constante, etc. No entanto, isso não quer dizer que todas as crianças que apresentam esse quadro estejam sofrendo violência escolar. Antes de dar um diagnóstico ao problema, é necessário que antes se investigue e se observe mais a criança.

Consequência da violência escolar para o agressor


Quanto aos efeitos do bullying sobre os próprios agressores, alguns estudos indicam que estes podem encontrar-se “às portas das condutas criminais”. Também os espectadores, a massa silenciosa de companheiros que, de um modo ou de outro, sentem-se amedrontados pela violência que testemunham, são afetados, podendo provocar certa sensação de que nenhum esforço vale a pena na construção de relações positivas. Para o agressor, o bullying dificulta a convivência com as demais crianças, e o faz agir de forma autoritária e violenta, chegando em muitos casos a converter-se em um deliquente. Normalmente, o agressor se comporta de uma forma irritada, impulsiva e intolerante. Não sabem perder, necessitam impor-se através do poder, da força e ameaça, metem-se em discussões, pegam o material do seu colega sem o seu consentimento, e exteriorizam constantemente uma autoridade exagerada.



Fonte: Guia Infantil

Trabalho infantil no Brasil - A Constituição Brasileira é clara!


A Constituição Brasileira é clara: menores de 16 anos são proibidos de trabalhar, exceto como aprendizes e somente a partir dos 14. Não é o que vemos na televisão. Há dois pesos e duas medidas. Achamos um absurdo ver a exploração de crianças trabalhando nas lavouras de cana, carvoarias, quebrando pedras, deixando sequelas nessas vítimas indefesas, mas costumamos aplaudir crianças e bebês que tornam-se estrelas mirins em novelas, apresentações e comerciais.


A UNICEF declarou que os esforços para acabar com o trabalho infantil não serão bem sucedidos sem um trabalho conjunto para combater o tráfico de crianças e mulheres no interior dos países e entre fronteiras.

Obs: Se somos contra então por que achamos tão bonitinho uma propaganda envolvendo crianças ou então uma criança se tornando artista?

Historia secreta de Lima


History Channel presentó en el 2009 una edición especial dedicada a la ciudad de Lima llamada “Historia secreta: Lima”, Encontraremos desde el origen del Pisco Sour, el paseo de aguas, una sección dedicada a Mario Vargas Llosa y más.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Você respeita seus limites?

Você costuma exceder seus limites?
Força seu corpo a permanecer acordado mais horas do que ele aguenta?
Não consegue dizer não para os outros, se sobrecarregando de responsabilidades e atividades?
Coloca-se em situações e relacionamentos com os quais não está em condições mentais ou emocionais para levar adiante?
Obriga sua mente a trabalhar mesmo quando ela não já não suporta mais?

Quando não respeitamos nossa identidade física com seus potenciais e limitações, corremos o risco de mal utilizar nosso corpo, causando lesões e danos. Uma pessoa muito insatisfeita com sua aparência física, por exemplo, pode criar distúrbios como anorexia, ou exercitar-se demais e machucar-se. Se alguém tem diabetes ou alergia a algum alimento, mas insiste em comer o que lhe faz mal, agrava sua doença. Assim também são igualmente nocivos os desrespeitos às nossas identidades emocional, mental e espiritual.

Normalmente focamos no que gostaríamos de ser, e não necessariamente em quem realmente somos. Isso leva ao famoso sentimento de vazio.
Se a
pessoa que desejamos ser está de acordo com nossos limites, com nossa real identidade, seremos satisfeitos e plenos. Entretanto, quando nos pautamos pela verdade dos outros ou na ilusão externa, e não na própria verdade, isso nos leva a muitos tropeços e dor.
Reconhecer os limites da própria identidade nem sempre é um processo agradável. Em um primeiro momento, surge a resistência em aceitá-los. A voz interna do ego-negativo nos gera medo e insegurança, nos fazendo acreditar que se assumirmos nossa verdade, não seremos bons o suficiente ou aceitos, e que nos sentiremos aprisionados e limitados. É preciso nos desapegar das ilusões, de sonhos que aparentemente nos movem, mas na realidade são exatamente aqueles que nos levam para o vazio e frustração.

Quanto mais abertos estamos para buscarmos quem realmente somos e para assumirmos nossa verdade, permitindo-a aflorar, sem o apego às imagens e padrões pré-estabelecidos, mais leve e natural é o processo.
Uma vez reconhecidos os limites de sua identidade, o próximo passo é fazer novos acordos com você mesmo e com quem se relaciona.

COMO SABER SE ESTAMOS RESPEITANDO NOSSOS LIMITES?

Esteja atento aos seus sentimentos e impressões, ainda que muitas vezes eles sejam bem sutis.Sabe aquele leve mal estar ou aquela voz baixinha lá no fundo lhe dizendo que algo não é bom? Ou quando você sorri de modo forçado, com sentimento de peso e obrigação? Muitas vezes você sente e sabe que algo não será positivo. Ainda assim ignora sua verdade, desrespeitando-se e machucando-se, não é verdade? Mas a cada segundo você tem a escolha de fazer diferente, optando pelo respeito a si mesmo. Por que não começar agora?

Fonte:REvista Personare

O que suas escolhas revelam?

O que você realmente quer em sua vida? Temos que ter muito cuidado ao querer alguma coisa ou situação. A vida pode parecer apenas dias corridos, cheios de compromissos e aventuras, mas nos esquecemos com frequência que através de nossos pensamentos e atitudes escolhemos tudo a nossa volta.

Seja sincero e avalie sua situação de vida atual e seus pensamentos. O que eles têm em comum?

Os atos, a realidade e os pensamentos estão sempre interligados. Não ache que é por que algo acontece que aí pensamos nisso. É exatamente ao contrario: pensamos e depois acontecem. De alguma forma, lá no fundo, mesmo que as coisas não sejam bem como gostaríamos, estamos compactuando com o que está acontecendo neste momento em nossas vidas.

PENSE DE ACORDO COM O QUE DESEJA REALIZAR


Não tenha medo de ver as verdades, pois elas são só suas verdades. Aceite-as, por pior que sejam. Quanto mais rápido e claro isso for feito, mais fáceis e compreensíveis as situações de vida ficarão para você.

Muitos de nós temos inúmeras dificuldades para escolher entre uma coisa ou outra. Seguir este caminho ou aquele, ou até mesmo um outro. Na vida atual é imprescindível saber o que se quer. Quando a vida parece escolher sozinha, saiba que é ainda mais perigoso, pois mesmo assim tem sua participação inconsciente. Na maior parte do nosso tempo corrido quem escolhe nossas situações de vida é a parte de nós que esté escondida nas profundezas de nossa mente. O inconsciente recolhe as informações que assimilamos em todos os anos de vida, desde o nosso nascimento e pronto. Está escolhido rumo à materialização.

Comece com os pensamentos, depois com as atitudes, mas simplesmente mude. Experimente fazer diferente e a concretizar coisas novas com a maior consciência possível.

Então, o que você realmente quer realizar? Dedique o tempo necessário para descobrir. Escute seu coração. Medite, silencie sua mente tagarela para escutar suas respostas, pois elas estão dentro de você."Escute seu coração. Medite, silencie sua mente tagarela para escutar suas respostas, pois elas estão dentro de você." Ninguém as conhece melhor.Veja se seu desejo não atrapalha ninguém. Desta forma, as possibilidades aumentam em direção à felicidade.

Observe suas palavras durante o dia. Principalmente as conversas com os amigos, pois temos uma tendência de falar muito e contra nós mesmos. As palavras têm poder de materialização, tenha cuidado.

Assim que estiver tudo claro, acredite que pode e entregue com o sentimento de já ter conquistado suas alegrias. Não se perca em julgamentos inúteis durante o caminho. Seja co-criador consciente de sua vida!

Simplifique, determine, escolha e jamais desista. Acredite, você pode e deve ser feliz.

Fonte: Personare

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Capital Erótico

O termo “capital erótico” é recente e foi definido pela pesquisadora Catherine Hakim, da London School of Economics. O seu estudo foi publicado na European Sociological Review, no qual descreve o capital erótico como o quarto capital que todos os profissionais devem utilizar depois do capital econômico, cultural e social.

O capital erótico é composto pela atratividade física e social que permite que um homem e uma mulher sejam considerados uma companhia satisfatória e atrativa para os demais. Segundo Catherine Hakim:

“[..] Pessoas que possuem uma média alta de capital erótico são mais persuasivas e notadas como honestas e competentes. Eles acham mais fácil fazer amigos, conseguir emprego, casar e tendem a ganhar 15% mais do que a média. [...]”

Em muitos países, principalmente no Brasil, a aparência conta muito nas relações sociais e profissionais, considerado um quesito fundamental. Nas entrevistas de emprego e em diversos tipos de apresentações públicas, a aparência física sempre é relevante.

Mas o capital erótico não considera somente a aparência, considera também a disposição e a simpatia, o carisma de conquistar pessoas de elevar o astral do ambiente. No estudo de Catherine Hakim, a pessoa que possui um capital erótico acima da média tem mais possibilidade de convencer os outros, de se inserir, fazer amigos, casar e de conquistar ótimas oportunidades profissionais.

No dia a dia, as pessoas mesclam o lado profissional e pessoal em suas decisões, o cliente acaba dando maior atenção a um atendente de boa aparência, boa fala e sedutor. Basicamente, o capital erótico possui seis componentes:

  • Beleza: A consideração sobre o que é belo muda conforme o tempo e a cultura de cada sociedade, atualmente, belo é um rosto ou físico que se enquadre bem na fotogenia, com pele bronzeada, olhos grandes e lábios carnudos;
  • Atratividade sexual: Relacionado à sensualidade corporal, ao estilo e personalidade, além da aparência, o que se destaca é o jeito como a pessoa fala e se movimenta;
  • Atratividade social: abrange a graça, simpatia, charme e o talento de deixar as outras pessoas à vontade;
  • Vivacidade: junta num mesmo conjunto de considerações o condicionamento físico, a energia social e o bom humor;
  • Apresentação: Tem a ver com o tipo de roupa que você veste, a maquiagem, corte de cabelo e assessórios;
  • Sexualidade: Sem relação com o libido, inclui a capacidade de imaginação erótica e energia sexual que a pessoa aparenta ter;
  • Fertilidade: Referido ao sexo feminino em determinadas culturas, é um tópico que trata da capacidade de uma mulher de gerar crianças fortes, saudáveis e bonitas.


Fonte: InfoEscola

Vila Sésamo

Este programa infantil não foi uma criação brasileira, mas sim uma produção realizada nos Estados Unidos, através do canal CTW – Children’s Television Workshop

Seus personagens se tornaram clássicos e até hoje são lembrados pelas crianças daquela época. Garibaldo, o imenso e destrambelhado pássaro, sempre louco para conquistar novos conhecimentos e brigar com Gugu, boneco que vivia em constante mau-humor, encerrado no barril em que residia. Havia o Funga-Funga, um elefante atípico, triste, mas constantemente cantando para todos. E, claro, os bonecos que estavam constantemente discutindo entre si, Ênio e Beto.

Como saber se somos sensitivos?

De acordo com os especialistas, todo mundo, a princípio, é sensitivo, em maior ou menor grau.
Acredita-se que pessoas muito sensitivas tenham a habilidade de entrar em contato com o chamado plano astral.

“Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade.

Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita. “Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo.

O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos.

Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica. “É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.

Fonte: Revista Vida Simples

Tipos de águas minerais

É bom tomar dois litros de água por dia, mas saiba o que você está bebendo. As águas minerais, segundo sua classificação, dada pela maior presença de um ou mais minerais, são indicadas como auxiliares no tratamento de algumas doenças ou pequenos distúrbios de saúde. Esta classificação vem sempre indicada no rótulo. Fique de olho, veja como as águas podem ser diferentes entre si e faça suas escolhas.

Fluoretadas – indicadas para a saúde dos dentes e ossos. São a grande maioria das águas brasileiras.
Marcas: Santa Catarina, Frescale, Prata (Fonte Tradicional), São Lourenço (Fonte Oriente), Genuina Lindoya (Fonte N.S. Brotas), Ouro Fino, Indaiá, Santa Bárbara, Petrópolis, Schincariol (Fonte N. S. Aparecida), Crystal (Fonte Ycuara) e outras.
Observação: a legislação brasileira é falha na classificação de Água Mineral Natural, quanto a concentração de flúor. Basta a água ter 0,1 mg/l, para ser classificada como Fluoretada. O correto, no entender da Abinam, seria 0,6 mg/l à 0,8 mg/l, para trazer benefícios para saúde dental e dos ossos.

Radioativas – indicadas para dissolver cálculos renais e biliares, favorecer a digestão, como calmantes e laxantes.
Marcas: Santa Catarina, Prata (Fonte Tradicional), Genuina Lindoya (Fonte N.S. Brotas), Petrópolis.

Carbogasosas (naturalmente gasosas) - Diuréticas e digestivas, são ideais para acompanhar as refeições, abrem o apetite e são indicadas para combater a hipertensão arterial.
Marcas: São Lourenço (Fonte Oriente).

Bicarbonatadas Sódicas - indicadas no combate de doenças estomacais, como gastrites e úlceras gastroduodenais, hepatite e diabetes.
Marcas Prata (Fonte Tradicional)

Alcalino-Terrosas - (podem ser cálcicas ou magnezianas) Indicadas como digestivo natural
Marcas: Frescale, Prata (Fonte Tradicional), Ouro Fino, Schincariol (Fonte Nossa Senhora Aparecida).

Oligominerais – indicadas para higienização da pele, diurese, intoxicações hepáticas, ácido úrico elevado, inflamações das vias urinárias, alergias e estafa.
Marcas: Lindoya Verão, Itaý.

(FONTE: ABINAM – Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rondó da Liberdade

Rondó da Liberdade

É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer.

Há os que têm vocação para escravo, mas há os escravos que se revoltam contra a escravidão.

Não ficar de joelhos, que não é racional renunciar a ser livre.

Mesmo os escravos por vocaçãodevem ser obrigados a ser livres, quando as algemas forem quebradas. É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer. O homem deve ser livre… O amor é que não se detém ante nenhum obstáculo, e pode mesmo existir quando não se é livre.

E no entanto ele é em si mesmo a expressão mais elevada do que houver de mais livre em todas as gamas do humano sentimento. É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer.

(Carlos Marighella, 1939)

Tomar leite morno à noite ajuda a dormir?

Sim, beber um copo de leite morno 15 minutos antes de ir para a cama pode ser um eficiente remédio para garantir uma boa noite de sono. “O leite morno provoca uma agradável sensação de relaxamento e conforto”, afirma a pediatra Márcia Halliman, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A justificativa para isso está em uma substância indutora do sono, chamada triptofano, presente no leite. “Esse aminoácido aumenta a quantidade de serotonina no cérebro, um neurotransmissor bastante importante no processo do desencadeamento do sono. Não é à toa que os bebês mamam e depois dormem profundamente”, afirma o microbiologista Rogério Lacaz-Ruiz, professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (USP).

E por que o leite deve ser morno? É que, ao serem aquecidos, os aminoácidos são mais facilmente assimilados e absorvidos pelo organismo. Há quem diga ainda que o leite morno nos faz, inconscientemente, recordar o tempo em que éramos bebês e dormíamos depois de uma boa mamada. Os cientistas já sabem que, além do leite, outros alimentos são ricos em triptofano, como amendoim, soja e carne de peru.

Fonte: REvista Vida Simples

A linguagem das coincidências

Uma imagem, uma palavra, um número que aparece para você repetidamente em um mesmo dia. Numa conversa sem importância, alguém desconhecido lhe traz a informações que você estava tanto buscando. Você se faz uma pergunta e, no instante seguinte, toca uma música que parece lhe responder.

Diversas situações em nossas vidas trazem interessantes coincidências que nos ajudam de alguma maneira. Elas podem nos auxiliar a tomar decisões, enxergar padrões e crenças negativas. Mas como isso acontece?

O céu "fala" quando vai chover mostrando-se mais escuro. O mar "comunica" ao surfista experiente através das ondas, ventos e correntes. Apenas olhando para o mar ele é capaz de coletar uma série de informações, enquanto aqueles que não conhecem sua linguagem não conseguem perceber. Nossa vida também nos dá diversas dicas sobre tendências, questões, lições, e até mesmo presentes de encorajamento.

Quando nosso corpo tem febre sabemos que há algum distúrbio, como alguma invasão por bactérias, vírus, alguma inflamação em nosso corpo. Esse sinal é bem nítido e perceptível. Outras vezes, em uma fração de segundos, temos um leve mal estar, em uma intuição para não sair de casa, ao qual não damos atenção e ao chegar na esquina acontece um acidente. Esse sinal pode ser tão sutil que não damos atenção, e muitas vezes nem percebemos ou lembramos que ele existiu.

Como compreeender, então, o significado por trás dessas coincidências?

O primeiro passo é estar aberto aos sinais, utilizando sua intenção. Isso não significa ficar buscando significado em absolutamente tudo que acontece, mas estar aberto para perceber as coincidências. O segundo passo é criar as condições para alcançar o significado dessas situações, treinando sua percepção. Uma boa maneira de permitir que essa linguagem se torne mais clara é meditar. Existem muitas maneiras de se meditar. Uma delas é focar sua atenção em sua respiração. Colocando-se em um local tranquilo e que não seja incomodado, respire sem força, apenas sentindo e observando o ritmo natural de sua respiração, relaxando. Caso não se sinta bem com essa meditação, busque outros tipos até encontrar aquele com o qual mais se identifique. O importante é desenvolver essa capacidade de perceber e interpretar a linguagem do universo e da vida. Com prática e treino teremos em mãos mais um recurso para a nossa saúde, bem-viver e harmonia!

APRENDA A ENTENDER E USAR A LINGUAGEM DO UNIVERSO A SEU FAVOR

  • Esteja consciente e atento ao que acontece nesse exato momento, esteja presente.
  • Quando ficamos atentos ao presente somos capazes de perceber mais detalhes em nossa vida que normalmente deixaríamos passar despercebidos. Esses detalhes podem ser do tipo mais material como pessoas, coisas, situações, ou mais sutis como sentimentos e emoções, suas ou de outras pessoas.

  • Medite para desenvolver sua habilidade de perceber e interpretar situações e coincidências.
  • Use a sua intenção através de afirmações, que você pode falar em voz alta ou apenas repetir mentalmente, como:"Estou aberto à linguagem do universo", "Eu sou a linguagem do universo", "Eu sou um com o universo".
Fonte:Personare

Oportunidades ou coincidências?

Como você reage quando uma coincidência bastante significativa ocorre em seu dia-a-dia?
Sente aquela sensação de que algo especial se apresenta?
Dá atenção ao evento e busca um significado ao mesmo?
Ou simplesmente considera-o obra de um acaso?

Uma sincronicidade ocorre quando há uma conexão entre um evento externo e um sentimento, pensamento e desejo internos. Conceito criado por Jung, a sincronicidade define acontecimentos que se relacionam não por relação causal, mas por relação de significado. Essa ligação entre o mundo exterior e o interior, pode ser encontrada, por exemplo, numa livraria. Imagine que desejamos ler sobre determinado tema. Então, começamos a circular pelas estantes e o livro que precisamos ler parece "cair" em nossas mãos. Chega até nós de uma maneira surpreendente, inusitada. Ou seja, o desejo de entender sobre um assunto (realidade interior) se encontra com um evento exterior, tal como achar um livro caído no chão da livraria que trata justamente do que queremos saber.

Para quem vive uma experiência assim, o evento tem uma carga emocional impactante. Ele nos toca, nos sensibiliza, nos comove. E essa repercussão interna nos incita a reconhecer o quanto tal situação é especial para nós. Evidencia um significado, o qual, quando aceito, assimilado e praticado, fará diferença na nossa vida. Parece que uma força poderosa organiza esses acontecimentos para nos trazer oportunidades úteis ao nosso processo de autoconhecimento e autorrealização.

Para se beneficiar dos sinais condutores presentes nas sincronicidades, adote uma postura mais alerta no seu dia-a-dia."Para se beneficiar dos sinais condutores presentes nas sincronicidades, adote uma postura mais alerta no seu dia-a-dia." Não aquele tipo de atenção concentrada, forçada, como a esperar ansiosamente uma resposta da vida em cada instante. Pelo contrário, é estar aberto sem esforço, relaxado. É o que eu chamo de atenção desprendida. Com isso, quando, por exemplo, se encontrar com alguma pessoa, ver uma propaganda na TV, ouvir uma música, naturalmente será tocado pelos detalhes importantes contidos nessas circunstâncias. Pelo fato de estar consciente, no momento presente, saberá encontrar os significados que essas experiências lhe oferecem.
Fonte: Personare

O poder das afirmações positivas!

Devemos reeducar nossas palavras e, principalmente, nossos desejos. Eles são a chave para solidificar mudanças favoráveis. Aqui vão algumas afirmações que com certeza você profere automaticamente e as que devem ser adotadas, mesmo que num primeiro momento pareça difícil. Afirmar é uma forma de persuadir a realidade a mudar a nosso favor.

  • "Sou gordo e não consigo emagrecer" Substitua por "Amo o meu corpo e ele se torna cada dia mais bonito"

  • "Odeio o meu emprego, queria algo melhor" Substitua por"Oportunidades maravilhosas me seguem o tempo todo"

  • "Meus amigos não ligam pra mim" Substitua por "Meu círculo de amizades é sincero e harmônico todos os dias"

  • "Nunca consigo o que quero" Substitua por "Eu atraio diariamente tudo o que desejo"

Experimente mudar esses princípios tão negativos que estão internalizados em você por afirmações livres e extremamente positivas para começar bem o ano de 2011. Elas podem operar transformações que começam pela sua maneira de vivenciar o cotidiano - já que tudo passa a ser visto com olhos mais pacientes e otimistas - e em seguida são percebidas nas suas relações com as pessoas próximas até dominar os ambientes que você freqüenta. Manter uma postura emocional e mental que priorize o melhor que a vida pode oferecer é uma prática saudável que garante bons resultados em seu modo de se comunicar e conseguir o que quer. Use as palavras com mais responsabilidade e faça com que elas lhe sirvam para trazer ainda mais alegrias neste ano novo. Elas indiscutivelmente, têm poder. Que tal descobrir?

Fonte:Personare