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sábado, 15 de novembro de 2008

Por que as pessoas furtam em lojas?


“Eu não acho que seja roubo, considero como uma redistribuição de recursos econômicos desesperadamente necessária.”— Um sacerdote da igreja Angelicana

Pelo que diz a lenda, Robin Hood se achava no direito de roubar. O folclore inglês nos diz que ele roubava dos ricos para dar aos pobres. O clérigo citado acima também acredita que a pobreza é uma justificativa para o roubo. Ele diz sobre os que furtam em lojas: “Eu os compreendo bem. Na verdade, eu acho plenamente justificável o que eles fazem.” Ele sugere que as grandes lojas abram as portas para os pobres uma vez por ano e permitam que eles peguem qualquer coisa das prateleiras sem pagar.

No entanto, no caso de muitos que praticam esses furtos, não é a pobreza que os motiva.

Jovens com dinheiro no bolso freqüentemente roubam coisas de que não necessitam. O que leva tais pessoas a praticar esses furtos?
‘É divertido’
Vibração. Medo. Poder. Depois de roubar pela primeira vez, uma mulher disse: “Eu me senti eufórica. Consegui sair sem ser pega e foi emocionante!” Depois de roubar por um bom tempo, ela comentou sobre como se sentia: “Estava envergonhada de mim mesma — mas ao mesmo tempo extasiada. Eu me sentia realmente viva. Roubar e não ser pega me deu uma enorme sensação de poder.”

Alguns dos que furtam para sentir essa onda de emoções não querem as coisas que roubam. Um jornal indiano declara: “Psicólogos afirmam que a emoção de fazer o que é proibido é o que motiva essas pessoas. . . . Alguns até mesmo levam de volta o que roubaram.”

Outros motivos
A depressão afeta milhões de pessoas. Às vezes, as pessoas manifestam sua depressão por meio de mau comportamento, como o furto em lojas.

Se um jovem bem-comportado de repente começa a furtar, os pais devem considerar a possibilidade de desordem emocional. O Dr. Richard MacKenzie, especialista em saúde do adolescente, disse: “Acredito que qualquer tipo de comportamento incomum que seu filho apresente deve ser considerado como uma possível depressão, até que se prove o contrário.”

Alguns jovens furtam em lojas por causa da pressão de colegas — esse roubo pode ser o preço para ser aceito num grupo de amigos. Outros podem furtar para fugir do tédio. Muitos furtadores profissionais vivem do roubo. Seja qual for a razão, os ladrões levam das lojas milhões de dólares em mercadorias todos os dias.

fonte: watchtower

O que é certo e o que é errado - Como saber?

Quem tem a autoridade de estabelecer os padrões do que é certo e do que é errado?

As opiniões variam
Por exemplo, os sofistas eram um grupo importante de instrutores gregos do quinto século AEC. Eles ensinavam que a opinião popular determinava as normas do que é certo e do que é errado. Um desses instrutores disse: “Aquilo que parece certo e aceitável para uma cidade, continuará sendo certo e aceitável naquele lugar enquanto os que moram ali pensarem assim.”

Immanuel Kant, famoso filósofo do século 18, expressou um conceito diferente. O periódico Issues in Ethics diz: “Immanuel Kant, e outros como ele, . . . dava ênfase ao direito que a pessoa tem de decidir por si mesma.”

A opinião popular é um guia confiável?
Mas a opinião popular não é um guia confiável. Por exemplo, se você fizesse parte de uma sociedade onde a maioria acreditasse que o sacrifício de crianças é aceitável, como foi o caso de algumas sociedades no passado, isso tornaria essa prática certa?

E se tivesse nascido numa sociedade onde as pessoas achassem que o canibalismo é uma virtude? Significaria isso que comer carne humana não seria realmente errado? A popularidade de uma prática não a torna certa.Pode confiar no seu próprio critério?
Então, será que cada um deveria decidir por si mesmo o que é certo e o que é errado?

A Encyclopædia Britannica, ao considerar a ética, observa: “Não nos surpreende hoje que as pessoas saibam o que deveriam fazer, do ponto de vista moral, mas em vez disso ajam segundo os seus próprios interesses. Fornecer a tais pessoas razões para fazer o que é direito tem sido um dos grandes problemas da ética ocidental.”

Naturalmente, saber o que é certo é uma coisa; mas ter a força moral para fazer o que é certo é bem diferente. Como se pode ter essa força moral necessária?
fonte:watchtower

A verdade e a mentira


Por que a tendência para mentir?
Não concorda que a ganância e a ambição egoísta ainda são os principais motivos que levam muitas pessoas a mentir? O comércio ganancioso, a política corrupta e a religião falsa estão cheios de engano, falsidade, manipulação e fraude. Por quê? Não acha que muitas vezes isso acontece porque as pessoas são motivadas pela ganância e pela ambição de subir na vida ou de conseguir riquezas, poder ou posição social que não merecem?

Outro fator por trás da mentira é o medo — medo das conseqüências ou do que outros possam pensar caso se diga a verdade. É somente natural que as pessoas desejem ser estimadas e aceitas por outros. Esse desejo, porém, pode levar alguns a distorcer a verdade, ainda que apenas um pouco, para encobrir falhas, esconder detalhes desagradáveis ou simplesmente para causar uma boa impressão.

O que é uma mentira?
Mentir e deixar de dizer a verdade nem sempre são a mesma coisa. Por que não? Certo dicionário define mentira como “afirmação contrária à verdade a fim de induzir a erro”. De fato, mentir inclui a intenção de enganar alguém. Assim, dizer sem querer algo que não é verdade — como fornecer a alguém dados ou números incorretos por engano — não é o mesmo que mentir.
Além do mais, precisamos analisar se a pessoa que pede a informação tem o direito a uma resposta completa.

Sem dúvida, palavras verdadeiras resistem ao tempo. E os relacionamentos humanos são mais estáveis e agradáveis quando as pessoas se comprometem a falar a verdade e a agir em harmonia com ela. De fato, falar a verdade traz recompensas imediatas. Essas incluem consciência limpa, boa reputação e relacionamentos sólidos no casamento, na família, entre amigos e até mesmo nos negócios.
A mentira, por outro lado, tem perna curta. A língua que profere falsidades pode enganar por um tempo, mas a longo prazo a mentira é descoberta.

fonte:watchtower

Televisão — Como influencia sua vida?


Se alguem lhe oferecesse um milhão de dólares para deixar de ver televisão pelo resto da vida, você aceitaria? Alguns anos atrás, 1 em cada 4 americanos entrevistados disse que não. Numa outra entrevista, perguntou-se a vários homens o que mais desejavam na vida. Apesar de a maioria ter mencionado que queria paz e felicidade, isso vinha em segundo lugar na lista. O que eles mais queriam era uma televisão de tela grande!

Estima-se que o número de televisores em todo o mundo seja de 1,5 bilhão, e o número de pessoas que vê televisão é muito maior. Opiniões à parte, o fato é que a TV desempenha um papel importante na vida das pessoas.

O tempo que muitos dedicam à TV é surpreendente. Um estudo recente feito no mundo inteiro mostrou que, em média, as pessoas gastam um pouco mais de três horas por dia vendo televisão. Os norte-americanos gastam quatro horas e meia na frente do televisor todos os dias, e os japoneses encabeçam a lista com cinco horas por dia. Essas horas vão se acumulando. Se gastarmos quatro horas por dia vendo televisão, quando chegarmos aos 60 anos teremos gasto dez anos na frente dela. No entanto, nenhum de nós gostaria que se gravasse na nossa lápide: “Aqui jaz nosso amado amigo, que passou um sexto de sua vida vendo televisão.”

As pessoas passam horas na frente da TV, mas será que é porque gostam disso? Não necessariamente. Muitos acham que gastam tempo demais vendo televisão e se sentem culpados por não terem usado seu tempo de forma mais produtiva. Alguns dizem que estão “viciados em TV”.

Passar tempo demais na frente da TV pode roubar tempo que poderia ser gasto com a família, prejudicar a leitura e o desempenho escolar das crianças, e é um dos fatores relacionados à obesidade. Se você investe muito tempo vendo televisão, seria bom perguntar a si mesmo o que está lucrando com isso. O nosso tempo é precioso demais para ser desperdiçado. Também seria bom analisar o que vemos na TV.